Autor de mais de três mil projetos de paisagismo em 20 países, premiado
como pintor e designer de jóias,
ceramista, tapeceiro, autor de cenários
e figurinos para teatro e óperas, músico,
ecologista desde os anos 70, Roberto Burle
Marx [SP, 1909-RJ, 1994] ganha homenagem
em sua cidade natal, São Paulo:
“Roberto Burle Marx 100 anos: A permanência do instável”. Da mesma família que o filósofo Karl
Marx, o artista morou na Alemanha durante a juventude, onde conheceu, através da estufa da
cidade de Dahlen, a flora brasileira. Burle Marx era autodidata em paisagismo. Estudou pintura na
Escola Nacional de Belas Artes, no Rio, com Cândido Portinari, e com Degner Klemn em Berlim, em
1928, quando começou a se interessar por plantas. Lauro Cavalcanti, curador da exposição propõe
a fazer um mapeamento da múltipla produção artística. Eu sabia que ele é o máximo mas mesmo
assim fiquei impressionada. A imagem ao lado é o Projeto do Jardim de Capanema, 1938!!!
Até 13/09 no MAM
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