Sempre gostei de reciclar, reutilizar ou transformar desde criança, hábito que dá trabalho mas que dá muito prazer também. Mas tem objetos que viram um encrenca porque não tenho como criar nada com eles, e não são recicláveis, ou seja, eu sei que vão para o aterro, e de lá para os lençóis freáticos, e de lá para água que vamos consumir. Não entendo porque os fabricantes de produtos não recicláveis não são responsáveis pelo recolhimento destes depois de usados, essa seria a solução mais inteligente, e assim parariam de colocar no mercado produtos não recicláveis.
Recentemente recebi uma lista de produtos não recicláveis que me deixaram em choque, porque achava que eram recicláveis. Como não são, quero fazer um alerta para evitarmos e até tira-los do nosso dia a dia, quem sabe assim os fabricantes busquem alternativas sustentáveis. São eles: etiquetas adesivas, fita crepe, papéis metalizados e plastificados dos chocolates e bolachas, clipes, grampos, esponjas de aço, latas de tinta, pirex e cabo de panela. Deixo um alerta para medicamentos e cosméticos para que nunca, jamais, sejamm despejados no vaso sanitario e nem mesmo no lixo comum por serem altamente contaminantes. Farmárcias como a Droga Raia dispõem de um coletor desses produtos. Tambem alerto para as fotografias reveladas elas não são recicláveis e podem contaminar o solo. Recentemente localizei uma artista argentina, a Estefania Gavina que coleta esse material e transforma em arte. Inclusive ela tem parceria com catadores da região do seu atelie.
