Frans Krajcberg foi e sempre será um importante artista plástico, escultor e ativista ambiental. Nascido na Polônia, sobreviveu ao Holocausto, que exterminou toda sua familia judia em campos de concentração. Com 27 anos ele imigrou para o Brasil para "fugir do homem" e encontrou na natureza exuberante de nosso país sua cura, e razões para seguir. Frans estudou pintura mas o estalo criativo aconteceu quando ele se isolou completamento no interior do Paraná. Morando na Floresta ele começou a pintar e esculpir usando o ambiente natural como fonte. Mas, quando testemunhou as queimadas e os desmatamentos criminosos identificou seu propósito, e tornou sua arte uma forma de denúncia contra a destruição da vida. Com frequencia ele viajava para a Amazônia e Mato Grosso para registrar as devastações e recolhia troncos, cipós e raízes calcinados pelo fogo para transforma-las em esculturas. Seus pigmentos mas frequentes eram o carvão e o vermelho extraído da terra. Com 51 anos foi morar no Sul da Bahia, onde adquiriu um sítio e construiu uma casa na árvore, para viver em total integração com o ecossistema, e se manter distante da civilização. O local se tornou um santuário ecológico graças as 10 mil mudas de espécies nativas que ele plantou pessoalmente recuperando a floresta que havia sido devastada. Até o final da vida aos 96 anos, viveu praticamente isolado e produzindo até os ultimos dias.
Frans Krajcberg foi e sempre será um importante artista plástico, escultor e ativista ambiental. Nascido na Polônia, sobreviveu ao Holocausto, que exterminou toda sua familia judia em campos de concentração. Com 27 anos ele imigrou para o Brasil para "fugir do homem" e encontrou na natureza exuberante de nosso país sua cura, e razões para seguir. Frans estudou pintura mas o estalo criativo aconteceu quando ele se isolou completamento no interior do Paraná. Morando na Floresta ele começou a pintar e esculpir usando o ambiente natural como fonte. Mas, quando testemunhou as queimadas e os desmatamentos criminosos identificou seu propósito, e tornou sua arte uma forma de denúncia contra a destruição da vida. Com frequencia ele viajava para a Amazônia e Mato Grosso para registrar as devastações e recolhia troncos, cipós e raízes calcinados pelo fogo para transforma-las em esculturas. Seus pigmentos mas frequentes eram o carvão e o vermelho extraído da terra. Com 51 anos foi morar no Sul da Bahia, onde adquiriu um sítio e construiu uma casa na árvore, para viver em total integração com o ecossistema, e se manter distante da civilização. O local se tornou um santuário ecológico graças as 10 mil mudas de espécies nativas que ele plantou pessoalmente recuperando a floresta que havia sido devastada. Até o final da vida aos 96 anos, viveu praticamente isolado e produzindo até os ultimos dias.
