Código Florestal










A primeira versão do Código Florestal foi aprovada em 1934 e atualizado em 1965. A lei foi pensada por naturalistas e pessoas que, mesmo naquela época, tinham ampla visão da importância das florestas. O intuito era de racionalizar o rápido processo de derrubada das florestas nativas, para garantir reservas de lenha, como é alegado, mas também para preservar as fontes de água, o regime de chuvas e evitar a ocupação de áreas de risco. O Código Florestal sempre foi uma lei à frente de seu tempo. Por isso foi historicamente desrespeitado não só pela sociedade, mas pelo próprio Poder Público, que muitas vezes financiou e incentivou atividades que, a rigor, eram ilegais. Agora a Câmara dos deputados quer modificar o Código e corremos o imenso risco de retroceder em décadas os padrões de proteção às Florestas Brasileiras, manifeste-se!!!

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Atualização em 2026:

A mobilização não impediu a mudança da lei, mas conseguiu evitar um desfecho ainda mais radical. Embora o texto de 2010 alertasse para um retrocesso que de fato ocorreu com a aprovação do Novo Código Florestal de 2012, incluindo a anistia a multas por desmatamento antigo e a redução de áreas a serem reflorestadas, a pressão da sociedade forçou o governo a usar vetos presidenciais para manter proteções mínimas em margens de rios e encostas. Na prática, o movimento salvou partes da lei, mas não evitou que o Brasil adotasse padrões de proteção mais flexíveis do que os de 1965. 
Segue sendo utopia a proteção das Florestas como deveria ser...