Foto aérea de Marcello Lourenço
da Folha
Abrolhos é um arquipélago localizado no litoral baiano do Brasil, tem uma área de 910km2 sendo apenas 2% protegido, e foi o primeiro parque nacional marinho criado em 1983. Com um imenso Banco de Coral, que chegam aos 7 mil anos de idade, é a mais importante zona de biodiversidade em todo o Atlântico Sul com 1300 espécies incluindo tartarugas, peixes e aves, além de ser área de acasalamento e reprodução de baleias jubarte, espécie que foi quase dizimada por séculos de caça comercial. Pois bem, isso tudo, esta
ameaçado de se tornar zona de exploração de petróleo sendo que qualquer acidente pode ser fatal para a exuberante natureza que faz daquela área o seu habitat. O governo ja licitou para 10 empresas,13 blocos de exploração na região, e é por isso que o Greenpeace pede ao governo e as empresas uma moratória de 20 anos na exploração de gás e petróleo no banco de Abrolhos, e a ampliação do Parque Nacional Marinho dos Abrolhos em 20%. A moratória é um acordo estabelecido pelo governo e pelo setor privado, respondendo à pressão dos brasileiros que desejam um modelo econômico mais verde e limpo para o Brasil. Vamos reforçar esse pedido, acesse o link abaixo, assine e encaminhe aos seus amigos, vamos cuidar desse paraíso!
Site oficial do parque, aqui!
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Atualização 2026
A situação de Abrolhos é de vitória vigilante. Após anos de pressão liderada pelo Greenpeace Brasil e pela rede Abrolhos Vivo, o leilão de blocos de petróleo próximos ao parque foi barrado e a proteção foi ampliada, mas o monitoramento contra novas ameaças de exploração na margem equatorial continua sendo a prioridade.
A população de baleias jubarte, que estava ameaçada, teve uma recuperação histórica. Este ano, Abrolhos celebra o sucesso da conservação, com o arquipélago sendo o coração do turismo de observação sustentável, que hoje rende mais para a região do que a exploração de combustível fóssil renderia.
O desafio atual é o branqueamento de corais devido ao aquecimento global e o risco de exploração de petróleo em outras regiões da costa brasileira que poderiam afetar as correntes que alimentam o banco de Abrolhos.
